DIA 08 – 22/02/2010
Os planos de ontem foram frustrados.
Acabei tomando um diazepan e capotando.
Fiquei o dia ansioso por ser o primeiro dia em que iria pra facul.
Foi muito corrido e acho que ando queimando muitos neurônios. Minha memória ta indo pro buraco!
Tenho que anotar tudo.
Uma hora eu tive que parar e pensar: “Quem sou eu?” pra poder ver se eu lembrava.
Vou escrever pouco, pois to correndo.
Nota: Falei com o André e, me parece, que ele está bem.
DIA 09 – 23/02/2010
A facul é bem diferente.
Muito grande.
Muita gente “puxando os erres”.
Acho que já tive essa aula de ontem.
A turma é grande e não consegui conversar com muitas pessoas.
Medo do novo e saudade do antigo.
Estamos aqui na FLONA a horas...... aguardando umas passagens chegar!
Nota: Lembrar de trazer uns biscoitos e deixar aqui pra esses casos emergenciais.
DIA 10 – 24/02/2010
Ontem a noite fui atropelado.
Estou dopado de remédio.
Tive uma luxação no tornozelo esquerdo e umas escoriações.
Dói bastante.
Sobreviverei.
Nota: Paulistas não são Brasilienses.
DIA 11 – 25/02/2010
Amanheci bem melhor.
A Silvinha, a Gil, a Mirian e a Dany cuidaram de mim.
Hoje vou pra facul [ou espero ir]
Tenho que pegar meu horário definitivo e tentar ser sociável.
Nota: Chega logo Fim de Semana...
DIA 12 – 26/02/2010
Ontem peguei meu horário. PERFEITO!!
Vou ter quatro horários livres esse semestre!!!
Hoje acordamos cedo, mas nos atrasamos no almoço.
Estamos sem pessoal aqui... [Ai fica difícil, concorda]
Esse FDS espero não ficar em casa.
Não é justo na minha situação.
Mas enfim....
Vou me arrumar e ir pra facul.
Nota: preciso conhecer pessoas. Estou começando a me angustiar...
26 de fevereiro de 2010
22 de fevereiro de 2010
Diário de Bordo Parte 02
DIA 04 – 18/02/2010
Essa noite fez frio e choveu, apesar de estar quente [e eu que achava estranho o clima de Brasília]
Eu tive o sono leve, pois estava preocupado em como ir trabalhar. Acordava com todos os carros que passavam.
Mas o pior foi os momentos em que eu dormi. Eu tive pesadelos horríveis onde aranhas [eu tenho extremo pavor de aranhas, medo mesmo!!] vinham pra cima de mim e existiam muitas delas, não dava nem pra matar. Aranhas de todos os tamanhos, cores e espécies, até que, de longe, um “Will” me salvou delas.
Era a Cris!
- Will, eu vim te buscar. Vamos?
Assim começou meu dia.
Dessa vez não nos perdemos [muito], apenas passamos na casa da Cris antes e pegamos a salada do nosso almoço.
Chegamos um pouco atrasados no trabalho, mas isso não vem ao caso.
Almoçamos eu e a Cris na ADM [que é o prédio da Administração] enquanto a Danny e a Gil foram almoçar na vila.
Depois que viemos embora, eu resolvi andar na praça da prefeitura e levei o note junto. DESCOBRI QUE LÁ TEM O “SOROCABA DIGITAL”: um ponto de rede Wireless pra todos os moradores da cidade! Eu conversei com mamãe, com meu irmão, com alguns amigos e ainda olhei meu Orkut!
De quebra comecei até a conhecer as pessoas [já disse que são todos mui prestativos?]!!
E agora estou em casa, escrevendo enquanto aguardo o Risoto Parmiggiana ficar pronto.
Nota: Lembrar de, da próxima vez que for usar o sinal da prefeitura, levar o notebook com a carga completa.
DIA 05 – 19/02/2010
Hoje, mais uma vez, a Cris foi me buscar, pra variar estávamos atrasados.
O dia foi bem corrido.
Fizemos vários contatos com fornecedores dos contratos.
Fizemos vários Termos de Referência.
Emitimos passagens.
Resolvemos “pepinos”.
E o principal: Convencemos a Danny a ir pra casa.
Passamos no Esplanada Shopping, compramos meu celular, algumas coisas pra casa, antena pra TV, lâmpadas que faltavam e comemos [eu de uniforme e coturno e a Danny toda descabelada, ambos sujos de andar na FLONA]
Fomos pra praça utilizar a internet e depois fomos pra casa.
Enfim o descanso. Estávamos só o bagaço...
Nota: Não achei que iria me sentir assim na primeira semana.
DIA 06 – 20/02/2010
Eis que hoje é o sexto dia.
Acordamos “cedo” e fomos pra FLONA. Lembra da parte em que a gente ia ficar com o bolso vazio, mas sem carregar as coisas da Danny e sem as dores nas costas? Pois é: ela me enganou.
A Cris disponibilizou o Ricardo pra nos ajudar.
Chegamos na FLONA, carregamos a veraneio com as coisas da Dany e rumamos pra casa.
Foi bem cansativo...
Passamos o dia todo montando o guarda-roupa dela [e ainda faltam um armário e um balcão de cozinha]
Estou preocupado pois essa semana não consegui falar com o André e ele foi viajar com a mãe dele no feriado.[tomara que não tenha ocorrido nada]
Lá pelas 20 horas eu fui ao parque acessar a net e falar com o povo.
Voltei e a Danny já estava dormindo.
Tomei um banho e fui me deitar...
Foi onde começou meu pesadelo...
Nota: Preciso comprar ferramentas. Teria adiantado bastante o serviço se tivéssemos duas chaves-de-fenda.
DIA 07 – 21/02/2010
Mente vazia, oficina do Diabo.
Hoje foi minha primeira noite de insomnia. Virei de um lado pro outro. Via a meia-noite passar duas vezes.
Vi o relógio chegar a uma, duas, três, quatro, cinco, seis horas.
Tomei banho. Cabeça explodindo.
Chorei.
Conversei com Andréia do CENAP que me sugeriu tomar outro banho, mas mais relaxante, e descansar. O fiz.
Mas não deu certa a parte do descanso.
Minha cabeça estava cheia de coisas. Parecia que ia explodir.
Levantei, coloquei minha roupa de caminhada e fui.
Corri 3km. Escutei um som e fui ver o que era.
Banda Marcial de Sorocaba.
MUITO BONITO!
Era o ensaio da Banda no Paço Municipal.
E por falar no Paço, lá é muito legal. Cheio de patos, marrecos e peixes.
Fiquei lá assistindo por horas...
E isso me aliviou.
Fui pra casa, montei o balcão da cozinha da Dany e fomos almoçar.
Chorei de novo. Vi-me sozinho [o que achei que não ia ser por agora].
Hoje é domingo. Dia de Macarrão da vovó. Dia de ir pra chácara. Dia de escutar as meninas brigando e brincando. Dia de pular na piscina, mesmo que eu não fosse tão assíduo nela.
Mas passa. Na vida tudo é questão de costume.
Por isso hoje estou escrevendo mais cedo. Não tenho sono e preciso esvaziar a cabeça.
Planos pra mais tarde:
1- Montar o outro armário da Dany;
2- Ir navegar um pouco;
3- Tomar um dramin; e
4- DORMIR!
Nota: Preciso aprender a “Arte do Desapego”
Essa noite fez frio e choveu, apesar de estar quente [e eu que achava estranho o clima de Brasília]
Eu tive o sono leve, pois estava preocupado em como ir trabalhar. Acordava com todos os carros que passavam.
Mas o pior foi os momentos em que eu dormi. Eu tive pesadelos horríveis onde aranhas [eu tenho extremo pavor de aranhas, medo mesmo!!] vinham pra cima de mim e existiam muitas delas, não dava nem pra matar. Aranhas de todos os tamanhos, cores e espécies, até que, de longe, um “Will” me salvou delas.
Era a Cris!
- Will, eu vim te buscar. Vamos?
Assim começou meu dia.
Dessa vez não nos perdemos [muito], apenas passamos na casa da Cris antes e pegamos a salada do nosso almoço.
Chegamos um pouco atrasados no trabalho, mas isso não vem ao caso.
Almoçamos eu e a Cris na ADM [que é o prédio da Administração] enquanto a Danny e a Gil foram almoçar na vila.
Depois que viemos embora, eu resolvi andar na praça da prefeitura e levei o note junto. DESCOBRI QUE LÁ TEM O “SOROCABA DIGITAL”: um ponto de rede Wireless pra todos os moradores da cidade! Eu conversei com mamãe, com meu irmão, com alguns amigos e ainda olhei meu Orkut!
De quebra comecei até a conhecer as pessoas [já disse que são todos mui prestativos?]!!
E agora estou em casa, escrevendo enquanto aguardo o Risoto Parmiggiana ficar pronto.
Nota: Lembrar de, da próxima vez que for usar o sinal da prefeitura, levar o notebook com a carga completa.
DIA 05 – 19/02/2010
Hoje, mais uma vez, a Cris foi me buscar, pra variar estávamos atrasados.
O dia foi bem corrido.
Fizemos vários contatos com fornecedores dos contratos.
Fizemos vários Termos de Referência.
Emitimos passagens.
Resolvemos “pepinos”.
E o principal: Convencemos a Danny a ir pra casa.
Passamos no Esplanada Shopping, compramos meu celular, algumas coisas pra casa, antena pra TV, lâmpadas que faltavam e comemos [eu de uniforme e coturno e a Danny toda descabelada, ambos sujos de andar na FLONA]
Fomos pra praça utilizar a internet e depois fomos pra casa.
Enfim o descanso. Estávamos só o bagaço...
Nota: Não achei que iria me sentir assim na primeira semana.
DIA 06 – 20/02/2010
Eis que hoje é o sexto dia.
Acordamos “cedo” e fomos pra FLONA. Lembra da parte em que a gente ia ficar com o bolso vazio, mas sem carregar as coisas da Danny e sem as dores nas costas? Pois é: ela me enganou.
A Cris disponibilizou o Ricardo pra nos ajudar.
Chegamos na FLONA, carregamos a veraneio com as coisas da Dany e rumamos pra casa.
Foi bem cansativo...
Passamos o dia todo montando o guarda-roupa dela [e ainda faltam um armário e um balcão de cozinha]
Estou preocupado pois essa semana não consegui falar com o André e ele foi viajar com a mãe dele no feriado.[tomara que não tenha ocorrido nada]
Lá pelas 20 horas eu fui ao parque acessar a net e falar com o povo.
Voltei e a Danny já estava dormindo.
Tomei um banho e fui me deitar...
Foi onde começou meu pesadelo...
Nota: Preciso comprar ferramentas. Teria adiantado bastante o serviço se tivéssemos duas chaves-de-fenda.
DIA 07 – 21/02/2010
Mente vazia, oficina do Diabo.
Hoje foi minha primeira noite de insomnia. Virei de um lado pro outro. Via a meia-noite passar duas vezes.
Vi o relógio chegar a uma, duas, três, quatro, cinco, seis horas.
Tomei banho. Cabeça explodindo.
Chorei.
Conversei com Andréia do CENAP que me sugeriu tomar outro banho, mas mais relaxante, e descansar. O fiz.
Mas não deu certa a parte do descanso.
Minha cabeça estava cheia de coisas. Parecia que ia explodir.
Levantei, coloquei minha roupa de caminhada e fui.
Corri 3km. Escutei um som e fui ver o que era.
Banda Marcial de Sorocaba.
MUITO BONITO!
Era o ensaio da Banda no Paço Municipal.
E por falar no Paço, lá é muito legal. Cheio de patos, marrecos e peixes.
Fiquei lá assistindo por horas...
E isso me aliviou.
Fui pra casa, montei o balcão da cozinha da Dany e fomos almoçar.
Chorei de novo. Vi-me sozinho [o que achei que não ia ser por agora].
Hoje é domingo. Dia de Macarrão da vovó. Dia de ir pra chácara. Dia de escutar as meninas brigando e brincando. Dia de pular na piscina, mesmo que eu não fosse tão assíduo nela.
Mas passa. Na vida tudo é questão de costume.
Por isso hoje estou escrevendo mais cedo. Não tenho sono e preciso esvaziar a cabeça.
Planos pra mais tarde:
1- Montar o outro armário da Dany;
2- Ir navegar um pouco;
3- Tomar um dramin; e
4- DORMIR!
Nota: Preciso aprender a “Arte do Desapego”
Organizadores
Diário de Bordo
18 de fevereiro de 2010
Minha casa!!!
(As fotos estão ruins pq eu tirei pela cam do Notebook)
MINHA SALA
MEU QUARTO
MINHA COPA
MINHA COZINHA
MEU BANHEIRO
MINHA BANHEIRA
Organizadores
Diário de Bordo
Diário de Bordo Parte 01
Dia 01 - 15/02/2010
O dia começou bem. Sol brilhando. Vento soprando.
Saí para fazer o primeiro reconhecimento da área, a pé!
Passei pela prefeitura e já vi que tem local para caminhadas. Muito bom!!!
Por sinal a Prefeitura e toda área ao redor é muito bonita, bem agradável. [Acho que vou ficar lá no parque domingo a tarde.]
Fui caminhando até a UNIP, para verificar a distância. Não é tão longe, fiz todo trajeto em 20 minutos.
Decidi, e aqui começa minha Epopéia, conhecer o Primo Messias, de quem mamãe tanto falou.
Não encontrei. Foi ai que, achando que sabia o caminho, fui [tentar] procurar a casa da tia Helena.
Resultado? Passei 5 horas perdido em Sorocaba, sem dinheiro, telefone ou mesmo saber qual era meu endereço.
Por fim, e graças a uma alma bondosa, encontrei minha residência.
Lá pelas tantas da tarde ouço meu nome. A Danny chegou, mas a mudança dela não. O que será que houve?
Pois é, eles vieram aqui enquanto eu estava perdido em Sorocaba. Logo, não tinha ninguém pra receber. A mudança dela está lá na FLONA.
Mas também, me falaram que a mudança ia chegar só no final da tarde!
Fui dormir na FLONA, acompanhando a Danny, a Gil, a mãe e o padrasto da Danny e o Renato, filho da Gil.
Nota: Escrevendo isso, acabo de me dar conta do porque não o achei – Estava procurando pelo MOISÉS! ¬¬’
DIA 02 - 16/02/2010
Acordamos tarde. Arrumamos o almoço e fomos tentar fazer a mudança.
Não cabiam as coisas na caminhonete.
Até tentamos, mas realmente não deu.
Resolvemos que, assim que recebermos alguma coisa, nós vamos pagar um frete com montador. [menos trabalho, menos preocupação, menos dores nas costas no fim do dia, mas menos dinheiro no bolso também].
No meio da tarde a Gil e a Danny foram levar o Neto e a D. Madalena na Rodoviária de Campinas e eu fiquei em casa.
Pra não perder a nova rotina NOS PERDEMOS!
Pedimos ajuda [como aqui está cheio de almas bondosas] e um rapaz no guiou até próximo nossa casa.
Estreei a banheira! Mas a bendita chave de energia caiu, e quem disse que eu consigo achar onde ela fica?!
Resultado: estou tomando banho frio.
Anoiteceu. Eu li um pouco, fiz o vídeo que deve ter sido postado mais cedo aqui mesmo e fui dormir.
Nota: Ainda estou sem televisão. Alguém, por favor, pode me dizer o que está acontecendo no BBB?
DIA 03 - 17/02/2010
Por volta das 10h, saí pra fazer o reconhecimento do outro lado. [tenho que encontrar um caminho mais curto até a FLONA]
Consegui achar um Banco do Brasil, descobri que moro a 5 minutos da fábrica da CAMPARI, fui parar em frente uma loja da Kyoto, vi que lugar plano como Brasília não é uma regra e percebi que não sabia mais voltar pra casa. [só pra variar um pouquinho].
Mas de longe vi a bandeira do EXTRA. Resolvi ir comprar algumas coisas. No caminho vi um “0800” da Ultragás [de grande ajuda]
Comprei algumas coisas, entrei numa lan-house, olhei o Orkut, almocei e segui minha jornada. Achei que daria conta de seguir usando meus instintos. Estava errado.
Lá no Extra mesmo eu descobri que deveria ir sentido “Santa Rosália”, e as 4 pessoas seguintes as quais perguntei também me deram a mesma informação, segui de um “É bem ali...”
Juro que se eu achasse essa “Santa Rosália” ela ia ser promovida a mártir, porque eu ia matar ela de uma forma bem dolorosa. Onde essa mulher foi se esconder? Ô “logo ali” que não chega!!
Às 15h horas consigo chegar em casa: molhado de suor, com as costas queimadas e, espero que, com 3 quilos a menos.
Peço meu gás, tomo um banho e vou descansar um pouco.
Às 18h eu me arrumo e subo pra facul, resolver as coisas da transferência. Depois de uma hora esperando, a moça diz que meu processo não chegou.
Enfim... agora só semana que vem.
Nota: a Danny não veio me buscar, quero saber como vou trabalhar amanha.
O dia começou bem. Sol brilhando. Vento soprando.
Saí para fazer o primeiro reconhecimento da área, a pé!
Passei pela prefeitura e já vi que tem local para caminhadas. Muito bom!!!
Por sinal a Prefeitura e toda área ao redor é muito bonita, bem agradável. [Acho que vou ficar lá no parque domingo a tarde.]
Fui caminhando até a UNIP, para verificar a distância. Não é tão longe, fiz todo trajeto em 20 minutos.
Decidi, e aqui começa minha Epopéia, conhecer o Primo Messias, de quem mamãe tanto falou.
Não encontrei. Foi ai que, achando que sabia o caminho, fui [tentar] procurar a casa da tia Helena.
Resultado? Passei 5 horas perdido em Sorocaba, sem dinheiro, telefone ou mesmo saber qual era meu endereço.
Por fim, e graças a uma alma bondosa, encontrei minha residência.
Lá pelas tantas da tarde ouço meu nome. A Danny chegou, mas a mudança dela não. O que será que houve?
Pois é, eles vieram aqui enquanto eu estava perdido em Sorocaba. Logo, não tinha ninguém pra receber. A mudança dela está lá na FLONA.
Mas também, me falaram que a mudança ia chegar só no final da tarde!
Fui dormir na FLONA, acompanhando a Danny, a Gil, a mãe e o padrasto da Danny e o Renato, filho da Gil.
Nota: Escrevendo isso, acabo de me dar conta do porque não o achei – Estava procurando pelo MOISÉS! ¬¬’
DIA 02 - 16/02/2010
Acordamos tarde. Arrumamos o almoço e fomos tentar fazer a mudança.
Não cabiam as coisas na caminhonete.
Até tentamos, mas realmente não deu.
Resolvemos que, assim que recebermos alguma coisa, nós vamos pagar um frete com montador. [menos trabalho, menos preocupação, menos dores nas costas no fim do dia, mas menos dinheiro no bolso também].
No meio da tarde a Gil e a Danny foram levar o Neto e a D. Madalena na Rodoviária de Campinas e eu fiquei em casa.
Pra não perder a nova rotina NOS PERDEMOS!
Pedimos ajuda [como aqui está cheio de almas bondosas] e um rapaz no guiou até próximo nossa casa.
Estreei a banheira! Mas a bendita chave de energia caiu, e quem disse que eu consigo achar onde ela fica?!
Resultado: estou tomando banho frio.
Anoiteceu. Eu li um pouco, fiz o vídeo que deve ter sido postado mais cedo aqui mesmo e fui dormir.
Nota: Ainda estou sem televisão. Alguém, por favor, pode me dizer o que está acontecendo no BBB?
DIA 03 - 17/02/2010
Por volta das 10h, saí pra fazer o reconhecimento do outro lado. [tenho que encontrar um caminho mais curto até a FLONA]
Consegui achar um Banco do Brasil, descobri que moro a 5 minutos da fábrica da CAMPARI, fui parar em frente uma loja da Kyoto, vi que lugar plano como Brasília não é uma regra e percebi que não sabia mais voltar pra casa. [só pra variar um pouquinho].
Mas de longe vi a bandeira do EXTRA. Resolvi ir comprar algumas coisas. No caminho vi um “0800” da Ultragás [de grande ajuda]
Comprei algumas coisas, entrei numa lan-house, olhei o Orkut, almocei e segui minha jornada. Achei que daria conta de seguir usando meus instintos. Estava errado.
Lá no Extra mesmo eu descobri que deveria ir sentido “Santa Rosália”, e as 4 pessoas seguintes as quais perguntei também me deram a mesma informação, segui de um “É bem ali...”
Juro que se eu achasse essa “Santa Rosália” ela ia ser promovida a mártir, porque eu ia matar ela de uma forma bem dolorosa. Onde essa mulher foi se esconder? Ô “logo ali” que não chega!!
Às 15h horas consigo chegar em casa: molhado de suor, com as costas queimadas e, espero que, com 3 quilos a menos.
Peço meu gás, tomo um banho e vou descansar um pouco.
Às 18h eu me arrumo e subo pra facul, resolver as coisas da transferência. Depois de uma hora esperando, a moça diz que meu processo não chegou.
Enfim... agora só semana que vem.
Nota: a Danny não veio me buscar, quero saber como vou trabalhar amanha.
Organizadores
Diário de Bordo
A Despedida e o Recomeço
São 8h30 da manhã. Toca o telefone:
- Alô?!
- Alô. Bom dia.
- Bom dia vó, benção.
- Deus abençoe. Vocês já estão prontos?
- Jazim. Vem lá pelas 9h/9h30.
- Tá bom então. Beijo.
- Beijo.
E assim começou a despedida.
Fomos pra chácara e passamos o dia lá. Tentei por várias vezes falar com meu pai, mas infelizmente não consegui.
As horas foram passando. O coração foi apertando. O dia foi escurecendo.
Depois de um ótimo “Garbanzo”, hora de descanso, mas quem disse que se podia descansar assim?
Eis que pego uma toalha e vou pra um banho. Um banho demorado. Um banho em que a água me revitalizava. Um banho confortante e triste. Em meio à água que descia pelo chuveiro iam minhas lágrimas. Um choro solitário.
Sai já quase todo arrumado do banheiro. Minhas companhias estavam se arrumando.
Hora do até logo.
Primeiro a menorzinha, toda contente, sem nem entender o que estava acontecendo ao certo.
Depois a mais velha, com lágrimas nos olhos. Em seguida a minha eterna Pequena, minha Princesinha, com os olhos vermelhinhos, dizendo que me ama e que já está com saudades.
- Vamos lá fora?
Alguém havia dito, sei lá quem...
Apenas fomos.
O braço em volta da minha cintura. Podia até adivinhar de quem era.
Conselhos de todos os lados me bombardeavam:
- Cuidado com as amizades.
- Pague as contas em dia.
- Estude.
- Vá pra igreja.
- Leia a Bíblia.
- Ore.
- Nos ligue.
E por ai vai...
O abraço demorado: primeiro no “Senhor-dos-Cabelos-Brancos” depois “Naquela-que-sempre-me-guardou-em-suas-mãos”.
Carregamos o carro e seguimos nosso rumo. Meu rumo. MEU NOVO RUMO.
Eis que é chegada a hora.
As lágrimas vieram à tona novamente com os três abraços seguidos de um “Eu Te Amo”.
O Abraço forte. O Abraço doce. O Amável Abraço Materno.
Entrei naquele que seria meu transporte para minha nova jornada.
Alguns minutos de lágrimas pelos olhos e comecei a me sentir em casa.
O coração foi desacelerando e o peito doía menos a medida que o avião ia passando por entre as nuvens.
Um momento de turbulência pra não acabar com toda adrenalina.
Eis que vejo as luzes de uma cidade se aproximando.
E com um baque forte tocamos o chão.
Desço para aguardar a mala.
Saio e, como prometido, ele estava lá me esperando com a chave da minha nova casa.
Muito atencioso me emprestou o celular pra que eu me comunicasse com aqueles que a pouco se despediam de mim e, naquele momento, estavam a centenas de quilômetros.
Cheguei naquele que será meu refúgio e me senti totalmente em casa.
O guarda-roupa claro e escuro. A cama com o lençol azul. O tapete. O sofá. O espelho. O banheiro com a banheira enorme. A cozinha toda cheia de detalhes. TUDO!
O André me fez companhia até que eu me acostumasse, me passou alguns telefones, e me deu umas dicas da cidade.
Assim, tomei um banho, agradeci por tudo e cai no sono, não um sono normal. Um sono leve, mas tranqüilo. Um sono em que o sonho foi uma reconstituição de 21 anos de vida. Cenas de cada momento, cada dia.
E assim terminou um dia e começou uma vida.
- Alô?!
- Alô. Bom dia.
- Bom dia vó, benção.
- Deus abençoe. Vocês já estão prontos?
- Jazim. Vem lá pelas 9h/9h30.
- Tá bom então. Beijo.
- Beijo.
E assim começou a despedida.
Fomos pra chácara e passamos o dia lá. Tentei por várias vezes falar com meu pai, mas infelizmente não consegui.
As horas foram passando. O coração foi apertando. O dia foi escurecendo.
Depois de um ótimo “Garbanzo”, hora de descanso, mas quem disse que se podia descansar assim?
Eis que pego uma toalha e vou pra um banho. Um banho demorado. Um banho em que a água me revitalizava. Um banho confortante e triste. Em meio à água que descia pelo chuveiro iam minhas lágrimas. Um choro solitário.
Sai já quase todo arrumado do banheiro. Minhas companhias estavam se arrumando.
Hora do até logo.
Primeiro a menorzinha, toda contente, sem nem entender o que estava acontecendo ao certo.
Depois a mais velha, com lágrimas nos olhos. Em seguida a minha eterna Pequena, minha Princesinha, com os olhos vermelhinhos, dizendo que me ama e que já está com saudades.
- Vamos lá fora?
Alguém havia dito, sei lá quem...
Apenas fomos.
O braço em volta da minha cintura. Podia até adivinhar de quem era.
Conselhos de todos os lados me bombardeavam:
- Cuidado com as amizades.
- Pague as contas em dia.
- Estude.
- Vá pra igreja.
- Leia a Bíblia.
- Ore.
- Nos ligue.
E por ai vai...
O abraço demorado: primeiro no “Senhor-dos-Cabelos-Brancos” depois “Naquela-que-sempre-me-guardou-em-suas-mãos”.
Carregamos o carro e seguimos nosso rumo. Meu rumo. MEU NOVO RUMO.
Eis que é chegada a hora.
As lágrimas vieram à tona novamente com os três abraços seguidos de um “Eu Te Amo”.
O Abraço forte. O Abraço doce. O Amável Abraço Materno.
Entrei naquele que seria meu transporte para minha nova jornada.
Alguns minutos de lágrimas pelos olhos e comecei a me sentir em casa.
O coração foi desacelerando e o peito doía menos a medida que o avião ia passando por entre as nuvens.
Um momento de turbulência pra não acabar com toda adrenalina.
Eis que vejo as luzes de uma cidade se aproximando.
E com um baque forte tocamos o chão.
Desço para aguardar a mala.
Saio e, como prometido, ele estava lá me esperando com a chave da minha nova casa.
Muito atencioso me emprestou o celular pra que eu me comunicasse com aqueles que a pouco se despediam de mim e, naquele momento, estavam a centenas de quilômetros.
Cheguei naquele que será meu refúgio e me senti totalmente em casa.
O guarda-roupa claro e escuro. A cama com o lençol azul. O tapete. O sofá. O espelho. O banheiro com a banheira enorme. A cozinha toda cheia de detalhes. TUDO!
O André me fez companhia até que eu me acostumasse, me passou alguns telefones, e me deu umas dicas da cidade.
Assim, tomei um banho, agradeci por tudo e cai no sono, não um sono normal. Um sono leve, mas tranqüilo. Um sono em que o sonho foi uma reconstituição de 21 anos de vida. Cenas de cada momento, cada dia.
E assim terminou um dia e começou uma vida.
Organizadores
Diário de Bordo
11 de fevereiro de 2010
Um post de saudades...
[Esse post foi escrito pra amenizar minha angustia, preciso dormir e não estou conseguindo]
A história da nossa vida é escrita por escolhas...
Nem todas são corretas, mas devemos arcar com as conseqüências de cada uma delas [sejam elas boas ou ruins]
Deus nos deu esse “poder”: Fazer escolhas (mesmo que Ele já saiba quais serão)
Mas também nos deu essa obrigação: Assumir a responsabilidade pelas escolhas.
Certa vez uma pergunta me foi feita. Eu dei a resposta. Hoje estou arcando com as conseqüências.
O que mais me pesa nisso é a distancia.
Cada dia é mais difícil voltar pra casa, pois semana que vem será a casa da minha mãe.
Cada dia é mais difícil sentar à frente do meu PC no trabalho, pois semana que vem será o PC de outro alguém.
Cada dia é sofrido fazer o trajeto que faço a um ano e meio.
Cada dia é difícil ligar pra minha vó e saber que semana que vem eu não vou mais poder dizer: “Tô descendo pra almoçar ai ta vó?”
Cada dia que passa, cada momento que se aproxima de domingo, é muito difícil saber que não poderei assistir FRIENDS durante a madrugada na casa de um amigo ou orar com um certo grupo e sonhar, sonhar grandemente o que faremos todos juntos ou ir pra parada na frente da 14ªDP e ficar sem fazer nada, só conversando ou mesmo cantar parabéns dentro de qualquer estabelecimento, ainda que não seja aniversário de ninguém.
É difícil pensar que não haverá ninguém pra colocar a culpa em mim porque eu sou “o mais novo”, ou chamar a “chefinha” enquanto ela se maquia, ou mesmo escutar um cantado gaúcho dizendo: “Mas bàh! Deu pra bolinha dele!”
É difícil imaginar uma nova vida, um novo local e uma nova jornada, sem ter aquelas mesmas pessoas que me acompanharam em cada vitória que eu tive, em cada erro que cometi. Que me chamaram de preguiçoso por não gostar de mexer na horta, mas elogiaram minha comida quando, com fome de tanto mexer na horta, sentaram-se à mesa para almoçar.
Aquele cara que me apresentou ao mundo das trevas dos Hamburgueres, Refrigerantes e Batatas-Fritas.
Aquela moça que estava comigo o primeiro dia que dirigi depois que peguei a carteira de motorista.
Aquele Senhorzinho que me fazia pegadinhas e quando eu acertava me presenteava com um real e quando eu errava ele me dava o tesouro da mesma forma.
Aquela Senhora que sempre deixou bem claro o amor por mim dizendo que sou “A corda do coração” dela.
Aquelas duas baixotinhas que vivem me abraçando e brigando comigo.
Aquela Pitoca que toda noite me dá um beijinho e diz: “Papai, eu te amo!”
Aquele que compartilha das minhas loucuras e sai cantando e pulando na rua, esquecendo do mundo real e se jogando completamente no meu.
E tem também a mulher que muito agüentou até hoje. Inclusive carregou-me com meu enorme cabeção dentro da sua barriga e me aceitou como um presente divino me chamando de filho.
E todos os outros que de alguma forma contribuíram para eu ser o que sou hoje.
Amo a cada um de vocês, de uma forma especial.
E sei que estarei com vocês assim como os levarei comigo.
Tenho muito a agradecer e como diria a canção da despedida:
Vou deixar uma clip de uma musica que está dizendo exatamente o que ocorre comigo nesse momento: The Climb – Miley Cirus
"Não se trata do que está me esperando do outro lado, é a escalada..."
+PlusVou postar tambem a mesma musica cantada por Joe McElderry em uma das suas melhores apresentações no X Factor 2009:
"Sempre haverá uma outra montanha e eu sempre irei querer removê-la. Sempre será uma batalha árdua, às vezes eu terei que perder."
A história da nossa vida é escrita por escolhas...
Nem todas são corretas, mas devemos arcar com as conseqüências de cada uma delas [sejam elas boas ou ruins]
Deus nos deu esse “poder”: Fazer escolhas (mesmo que Ele já saiba quais serão)
Mas também nos deu essa obrigação: Assumir a responsabilidade pelas escolhas.
Certa vez uma pergunta me foi feita. Eu dei a resposta. Hoje estou arcando com as conseqüências.
O que mais me pesa nisso é a distancia.
Cada dia é mais difícil voltar pra casa, pois semana que vem será a casa da minha mãe.
Cada dia é mais difícil sentar à frente do meu PC no trabalho, pois semana que vem será o PC de outro alguém.
Cada dia é sofrido fazer o trajeto que faço a um ano e meio.
Cada dia é difícil ligar pra minha vó e saber que semana que vem eu não vou mais poder dizer: “Tô descendo pra almoçar ai ta vó?”
Cada dia que passa, cada momento que se aproxima de domingo, é muito difícil saber que não poderei assistir FRIENDS durante a madrugada na casa de um amigo ou orar com um certo grupo e sonhar, sonhar grandemente o que faremos todos juntos ou ir pra parada na frente da 14ªDP e ficar sem fazer nada, só conversando ou mesmo cantar parabéns dentro de qualquer estabelecimento, ainda que não seja aniversário de ninguém.
É difícil pensar que não haverá ninguém pra colocar a culpa em mim porque eu sou “o mais novo”, ou chamar a “chefinha” enquanto ela se maquia, ou mesmo escutar um cantado gaúcho dizendo: “Mas bàh! Deu pra bolinha dele!”
É difícil imaginar uma nova vida, um novo local e uma nova jornada, sem ter aquelas mesmas pessoas que me acompanharam em cada vitória que eu tive, em cada erro que cometi. Que me chamaram de preguiçoso por não gostar de mexer na horta, mas elogiaram minha comida quando, com fome de tanto mexer na horta, sentaram-se à mesa para almoçar.
Aquele cara que me apresentou ao mundo das trevas dos Hamburgueres, Refrigerantes e Batatas-Fritas.
Aquela moça que estava comigo o primeiro dia que dirigi depois que peguei a carteira de motorista.
Aquele Senhorzinho que me fazia pegadinhas e quando eu acertava me presenteava com um real e quando eu errava ele me dava o tesouro da mesma forma.
Aquela Senhora que sempre deixou bem claro o amor por mim dizendo que sou “A corda do coração” dela.
Aquelas duas baixotinhas que vivem me abraçando e brigando comigo.
Aquela Pitoca que toda noite me dá um beijinho e diz: “Papai, eu te amo!”
Aquele que compartilha das minhas loucuras e sai cantando e pulando na rua, esquecendo do mundo real e se jogando completamente no meu.
E tem também a mulher que muito agüentou até hoje. Inclusive carregou-me com meu enorme cabeção dentro da sua barriga e me aceitou como um presente divino me chamando de filho.
E todos os outros que de alguma forma contribuíram para eu ser o que sou hoje.
Amo a cada um de vocês, de uma forma especial.
E sei que estarei com vocês assim como os levarei comigo.
Tenho muito a agradecer e como diria a canção da despedida:
“Pois o Senhor que nos protege e nos vai abençoar,
Um dia certamente vai de novo nos juntar.
Não é mais que um até logo, não é mais que um breve adeus.
Bem cedo junto ao fogo tornaremos a nos ver”
Vou deixar uma clip de uma musica que está dizendo exatamente o que ocorre comigo nesse momento: The Climb – Miley Cirus
"Não se trata do que está me esperando do outro lado, é a escalada..."
+PlusVou postar tambem a mesma musica cantada por Joe McElderry em uma das suas melhores apresentações no X Factor 2009:
"Sempre haverá uma outra montanha e eu sempre irei querer removê-la. Sempre será uma batalha árdua, às vezes eu terei que perder."
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Saudades
4 de fevereiro de 2010
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